O intestino grosso é o sítio mais frequente de tumores malignos primários do tubo digestivo. Excluindo-se os tumores de pele não melanóticos, os tumores colorretais são o segundo tumor mais frequente em mulheres e o terceiro em homens em todo o mundo. No Brasil, o Instiituto Nacional do Câncer estima que no biênio 2018-2019 ocorrerão cerca de 600 mil novos casos de câncer e 70% deles serão nas Regiões Sul e Sudeste. Do total, cerca de 170 mil serão câncer de pele não melanoma. Dentre os cerca de 430 mil restantes, cerca de 31,7% serão de próstata, 8,7% de pulmão 8,1% de INTESTINO, 6,3% de estômago e 5,2% de cavidade oral, no sexo masculino. No sexo feminino serão 29,5% de mama, 9,4% de INTESTINO, 8,1% de colo de útero, 6,2% de pulmão e 4,0% de tireõide. Para as mulheres da região sudeste do Brasil, o câncer de intestino grosso representa a segunda causa de mortalidade por câncer.
Você deve procurar um proctologista sempre que notar alterações no funcionamento do intestino, sangue nas fezes, dor ou desconforto anal, coceira, incontinência fecal ou mudança no ritmo intestinal. Também é importante fazer consultas de rotina a partir dos 45 anos, mesmo sem sintomas, para prevenção e diagnóstico precoce do câncer colorretal.
Os sintomas podem ser parecidos, como sangramento nas fezes, dor ou desconforto ao evacuar, mas apenas o exame clínico e a colonoscopia podem confirmar o diagnóstico. Enquanto as hemorroidas são dilatações benignas das veias anais, o câncer colorretal é um tumor que pode evoluir silenciosamente. Por isso, nunca ignore o sangramento: quanto antes for investigado, maiores são as chances de tratamento simples e eficaz.
As hemorroidas são veias dilatadas na região anal, semelhantes às varizes. Elas fazem parte da anatomia normal, mas podem causar sintomas como dor, coceira, sangramento e inchaço quando inflamam ou se rompem. O tratamento pode ser clínico, ambulatorial ou cirúrgico, dependendo da gravidade, e hoje existem técnicas modernas e minimamente invasivas que proporcionam recuperação rápida e discreta.
Não. A diverticulose é a presença de pequenas bolsas (divertículos) na parede do intestino grosso, geralmente sem sintomas. Já a diverticulite ocorre quando esses divertículos inflamam ou infeccionam, causando dor abdominal, febre e alteração nas fezes. A diverticulose é o alerta; a diverticulite é a complicação. O acompanhamento médico e a alimentação adequada ajudam a prevenir crises.
Nem sempre, mas sempre deve ser investigado. Pode ser algo simples, como hemorroidas ou fissuras, mas também pode indicar pólipos, doenças inflamatórias ou câncer colorretal. O exame preventivo com o proctologista é a forma mais segura de descobrir a causa e tratar precocemente.
A consulta é discreta, rápida e feita com total respeito e sigilo. O médico conversa sobre seus sintomas, histórico de saúde e, se necessário, realiza um exame físico e anuscopia, que é indolor e dura poucos minutos. O objetivo é avaliar o bem-estar intestinal e indicar o melhor tratamento com tranquilidade e empatia.
Fazer check-up proctológico regularmenteA prevenção é o melhor caminho para manter o intestino saudável e evitar complicações futuras.
Recomenda-se o primeiro exame aos 45 anos, mesmo sem sintomas. Se houver histórico familiar de câncer colorretal, o exame deve ser feito antes dos 40 e repetido conforme orientação médica (geralmente a cada 5 anos, ou antes, dependendo do caso).
Não. Embora as hemorroidas sejam uma causa comum, outras condições também podem causar dor, como fissuras anais, abscessos, infecções ou inflamações. Por isso, o ideal é evitar a automedicação e procurar o proctologista para avaliação precisa e tratamento adequado.
Telefone: (48) 3324-0200 | (48) 3223-6069 | (48) 3223-4051
Rua Presidente Coutinho, 579 – Sala 201 – B
Ed. Centro Médico Fpolis – Florianópolis – SC






Total Users : 43869